O tabagismo está ligado a maioria dos casos de câncer e não existe quantidade segura quando falamos de cigarro. Nesse caso, a única forma segura de prevenção é não fumar. 

No Icesp, os pacientes fumantes que não conseguem abandonar o vício, mesmo após o início do tratamento, recebem uma atenção especial. O Grupo de Apoio ao Tabagista, formado por uma equipe multiprofissional de médicos, enfermeiros, psicólogos e nutricionistas, criado há mais de 4 anos, oferece acompanhamento individual e promove encontros para terapia e dinâmicas em grupo. Por  mês, são atendidos cerca de 20 pacientes novos, com alto nível de dependência. No total, mais de 140 pacientes conseguem parar de fumar ao longo do tratamento. 

Os efeitos nocivos que o cigarro provoca são extremamente prejudiciais para quem passa por tratamento oncológico, dificultando a cicatrização após a realiozação de procedimentos cirúrgicos e aumentando o risco de complicações durante o período de radioterapia, por exemplo. Além disso, alguns quimioterápicos podem surtir efeito bem menor no organismo de um tabagista, enquanto os efeitos colaterais como náuseas, vômitos, perda de apetite e sintomas respiratórios são intensificados.

 “O cigarro é uma das fontes de poluição ambiental mais perigosa. Os danos atingem todo o corpo e estão ligados a outros graves problemas de saúde como as doenças cardiovasculares. Quem convive com fumantes também é atingido tornando-se um tabagista passivo. Por isso é extremamente importante procurar ajuda para vencer o vício”, explica o médico coordenador do serviço de pneumologia do Icesp, Frederico Fernandes.

Se você é paciente do Icesp e tem vontade de participar do Grupo de Apoio ao Tabagista, converse com seu médico ou enfermeiro de referência.

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