O que é o câncer de estômago?

Também conhecidos como cânceres gástricos, os tumores de estômago atingem o órgão responsável por armazenar e iniciar a digestão dos alimentos que consumimos.

Como prevenir este tipo de câncer?

Manter uma alimentação balanceada, com vegetais crus, frutas cítricas e alimentos ricos em fibras, desde a infância, é um bom começo para prevenção. É indicado evitar alimentos defumados, enlatados, com corantes ou conservados em sal assim como beber água de poços com alta concentração de nitratos. Fique atento também ao tabagismo e ao consumo abusivo de bebidas alcoólicas. Outros fatores de risco para esse tipo de tumor são anemia perniciosa, lesões no estômago, como gastrite e metaplasia intestinal, e infecções causadas pela bactéria Helicobacter pylori.

Quais são os sintomas da doença?

É importante atentar-se a dores no estômago, vômitos (principalmente com sangue) e saciedade precoce. Não há sinais específicos para este tipo de câncer, entretanto, deve-se procurar o médico em casos de perda de peso, anorexia, fadiga, náuseas e desconforto abdominal persistente. Em estágio avançado, a doença pode apresentar massa palpável na parte superior do abdômen, inchaço do fígado, linfonodo (íngua) na área inferior esquerda do pescoço e nódulos ao redor do umbigo.

Quais são os exames diagnósticos?

Como não apresentam sintomas específicos, a maioria dos casos de cânceres de estômago é diagnosticada tardiamente. A endoscopia digestiva alta e a radiografia contrastada do estômago são os dois exames predominantemente usados para o diagnóstico. A endoscopia permite a visualização de toda a lesão e a realização de biópsias para avaliação das células. Trata-se de um tubo flexível de fibra ótica ou uma microcâmera que é introduzido pela boca e conduzido até o estômago. Já a radiografia contrastada é um raios X que delineia o interior do esôfago e estômago, possibilitando a análise médica.

Como é o tratamento para o câncer de estômago?

A cirurgia é a principal forma de tratamento e única chance de cura. Local, tamanho, extensão e disseminação são fatores determinantes para definir a abordagem cirúrgica. A quimioterapia e a radioterapia são tratamentos complementares, que ajudam na melhor resposta da cirurgia.

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